terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Por que gerar energia solar em casa pode ser um bom negócio

(disponível em: http://exame.abril.com.br/meio-ambiente-e-energia/energia/noticias/porque-ter-energia-solar-em-casa-pode-ser-um-otimo-negocio)

Você já pensou em receber a conta de luz no fim do mês e não ter de pagar nada pela energia usada durante o mês? Melhor: já imaginou ter crédito com as companhias de energia? Pois as medidas adotadas pela Aneel na resolução 482, publicada no ano passado, são um grande passo para que isso aconteça. De acordo com as novas regras, além da regulamentação da produção de energia solar no país, há agora o sistema de compensação de créditos a favor do consumidor, o que viabiliza economicamente os sistemas de energia solar.

“É algo bastante simples. Toda energia gerada durante o dia pelo sistema de eletricidade solar será usada pelos eletrodomésticos e demais equipamentos que estão consumindo energia naquele momento. Mas se houver excedente de energia, esta quantidade será exportada para a rede da distribuidora, que retornará a energia em forma de crédito na conta do consumidor”, explica Jonas Gazoli, diretor da empresa Eudora Solar.

O crédito pode ser usado por 36 meses, inclusive em outras instalações do próprio consumidor, sendo usada durante a noite ou em dias de chuva, por exemplo, quando o sistema solar não está produzindo energia na ausência do astro-rei.

“Esse sistema permite que o consumidor tenha contabilizada a geração de energia mesmo quando não estiver usando. Na prática, ele se torna um produtor de energia em alguns momentos do dia, quando o consumo é baixo ou não há consumo”, diz Marcelo Gradella Villalva, pesquisador e professor da Unesp.

Como é mais comum as pessoas não estarem em casa durante o dia, o sistema de compensação faz com que, no final do mês, toda a energia produzida seja descontada na conta de luz, resultando em uma economia que pode chegar a 100%.

Válida para todo mundo

A medida é tão favorável que até mesmo universidades estão fazendo uso de eletricidade solar visando a redução nos gastos.

É o caso, por exemplo, da Fumec BH (MG), que agora conta com o sistema implantado pelo engenheiro e professor da instituição Virgilio Medeiros.

“Como sou professor da disciplina energia solar, fiz com que o projeto fotovoltaico tivesse a participação dos alunos e do corpo técnico da escola para desenvolvimento de competências dentro da faculdade”, conta.
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A conclusão é que energia solar, além de limpa por não consumir recursos naturais, é um bom negócio.

“Nossa tarifa de energia é cara e os reajustes são anuais por causa da inflação. Apesar de o governo estar tentando baixá-las, ela vai continuar custando caro. Assim, quando você instala um sistema solar fotovoltaico, na verdade está comprando antecipadamente a energia elétrica que vai consumir durante os próximos 30 anos", afirma Marcelo Villalva, da Unesp.
[...]
O tempo de retorno do investimento gira em torno de 5 a 10 anos, dependendo do local onde é instalado. Por último, para quem está pensando em instalar este tipo de sistema, existe mais um benefício: a valorização do imóvel, já que residências equipadas com tecnologias verdes e autossuficientes em energia tendem a ser valorizados no mercado.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Semana 4 - 23/01/13


Nessa semana, focalizamos nossos esforços no preenchimento do formulário de descrição do projeto. Isso nos ajudou a reconhecer os objetivos e rever as ideias iniciais do projeto.
Continuamos com as pesquisas anteriores, buscando ainda novas ideias que possam vir a se encaixar na concepção do projeto, que é, essencialmente, uma maior eficiência energética  em edifícios urbanos.
Pretendemos, na semana que se segue, fazer um esboço da maquete que será apresentada com o trabalho, de forma a definir a quantidade aproximada do material "básico" necessário a ser comprado para seu desenvolvimento.

Alunos: Alexandre Labossiere, Bruno Motta, Daniel Bueno e Murilo Campos
InovaECO

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Projeto que vira realidade


Florianópolis terá o 1º condomínio residencial com energia eólica do país
(Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1076010-florianopolis-tera-o-1-condominio-residencial-com-energia-eolica-do-pais.shtml)

Florianópolis vai receber o primeiro condomínio residencial do país a produzir energia elétrica utilizando a força do vento.
Com previsão de entrega em maio, o empreendimento terá duas turbinas eólicas instaladas no topo dos seus dois edifícios de três andares.
Os construtores esperam que os equipamentos, combinados com painéis solares instalados nos prédios, consigam suprir 100% da água quente consumida nos 24 apartamentos sem necessidade de uso da rede elétrica.
Segundo o arquiteto Jaques Suchodolski, responsável pelo projeto do condomínio Neo Next Generation, as turbinas são diferentes dos "moinhos" de energia eólica espalhados pelo Brasil.
Feitas de fibra de carbono e semelhantes a uma escultura moderna, elas medem 3 m de largura por 6 m de altura. A estrutura é de eixo vertical -os moinhos comuns têm eixo horizontal.



Todos os equipamentos, incluídos painéis e caldeiras, custaram R$ 200 mil. De acordo com Suchodolski, isso representa 2% do valor gasto na construção dos prédios.
Espera-se que o custo seja recuperado em menos de cinco anos pelos moradores, já que a economia de eletricidade no condomínio deve ser de R$ 43 mil anuais.
O empreendimento está localizado na praia do Campeche, no sul da ilha. As unidades, de três quartos e duas vagas, estão sendo vendidas a partir de R$ 580 mil. O prédio também conta com sistema de captação de água da chuva e estação própria de 



Semana 3 (Período de Recesso)

Houve um período de recesso para as festas de final de ano, devido a alteração do calendário letivo causada pela greve.
O grupo passou o período pensando na decisão de qual matéria prima será utilizada para a construção da maquete do prédio - madeira ou isopor - tendo consciência os prós e contras de cada material, tais como o custo, a maleabilidade, etc. A principio, ficou definido o isopor para a montagem da estrutura, além de outros materiais como placas solares e uma hélice - que já foi adquirida pelo grupo.
Os integrantes continuam as pesquisas, que até agora baseiam-se nas características sustentáveis escolhidas para o projeto - energia solar, energia éolica, telhado verde, métodos mais eficientes de circulação do ar, obtenção de água da chuva.
Como objetivos para as próximas semanas estão a finalização das pesquisas iniciais, planejamento do método de construção da maquete e aquisição dos materiais para a execução do projeto.

Também foi realizada uma pesquisa no período neste blog, que perguntava aos leitores da utilização do ar condicionado. A maioria optou pela alternativa em que a utilização era maior, o que só reforça a necessidade da busca de técnicas alternativas visando a redução da utilização do equipamento e/ou substituição da energia usada por fontes renováveis próprias.

Alunos: Alexandre Labossiere, Bruno Motta, Daniel Bueno e Murilo Campos
InovaECO